Quando um sócio falta, sem planejamento, o negócio para. Com um acordo de sócios bem estruturado e financiado, a empresa segue em frente, e ninguém precisa negociar em um momento de fragilidade.
A maioria das sociedades nunca conversa sobre o que acontece se um dos sócios falecer, ficar incapacitado ou simplesmente quiser sair. Sem um plano, o caminho natural é o pior: herdeiros que não conhecem o negócio entrando na sociedade, sócios remanescentes sem caixa para comprar a parte do falecido, e uma empresa saudável entrando em conflito justamente no momento em que menos pode.
Um seguro de vida cruzado entre os sócios garante o dinheiro necessário para a compra da participação do sócio que faltar, sem precisar tirar caixa da empresa.
Os sócios remanescentes seguem no controle, sem depender da boa vontade ou da paciência dos herdeiros.
Os herdeiros recebem o valor justo da participação em dinheiro, de forma rápida, sem precisar assumir a gestão de um negócio que não conhecem.
O planejamento é feito em conjunto com o contrato social e o acordo de sócios, para que todas as partes estejam alinhadas.